quinta-feira, 20 de maio de 2010

DIA DE SANTA SARA KALI - 24 MAIO - SACERDOTISA YIAMI AKO

Santa Sara Pelas forças das águasPelos seus mistériosPelas forças da naturezaNós, filhos do vento,Das estrelas e da lua cheia Pedimos a senhora que Esteja sempre ao nosso lado Pela estrela de cinco pontasPelos cristaisQue hão de brilhar sempre Como nossas vidasQue os inimigos nunca nosEnxerguem como a noite...Escura sem luarE sem estrelas.“Atsara” é o descanso do dia a dia.Ela é a nossa tenda Santa Sara me abençoa Acompanhe-me Ilumine minha casa Para que todos Que bata a minha porta Possam sempre ter Uma palavra de amor E de carinho.Santa Sara que eu jamais Seja um ser orgulhoso e simQue eu seja sempre humilde.Proteja-me hoje e sempre.
Tu que és a única Santa Cigana do Mundo.
Tu que sofrestes todas as formas de humilhação e preconceitos.
Tu que fostes amedrontada e jogada ao mar, para que morresses de sede e de fome.
Tu sabes o que é o medo, a fome, a mágoa e a dor no coração; não permita que meus inimigos zombem de mim ou me maltratem.
Ó Santa Sara atenda meu pedido (fazer o pedido).
Que Tu sejas minha advogada perante Deus.
Que Tu me concedas sorte, saúde e que abençoe a minha vida. AMÉM.
ORAÇÃO A SANTA SARA KALIEM ROMANY
Manglimos Katar Santa Sara KaliTu Ke San Pervo Icana Romli AnelumiaTu Ke Biladiato Le Gajie Anassogodi GuindiçasTu Ke daradiato Le Gajie, Tai Chudiato AnemariaThie Meres Bi Paiesco Tai BocotarJanes So Si e Dar, E Bock, Thai O Duck Ano IlôThiena Mekes Murre Dusmaia Thie AçalMandar Thai Thie BilavelmaThie Aves Murri Dukata Angral O DhielThie Dhiesma Bar, SastimôsThai Thie Blagois Murrô TraioThie Diel O Dhiel.
DIA 24 DE MAIO EM SEU DIA NAO ESQUEÇA DE ACENDER A VELA ROSA E OUTRA AZUL , INICIE AS ORAÇOES NO DIA 22 AO 24.
SACERDOTISA DI EBORENSE YIAMI AKO
Mãe de todas as tribos ciganas dessa Terra !Mãe de todos os ciganos e protetora das carruagens ciganas. Rezo invocando teu poder, minha poderosa Santa Sara Kali, Santa Sara me ajude. Abra meus caminhos para a fé no teu poder milagroso. Venceste o mal, todas as tempestades e caminhou nas estradas que Jesus Cristo andou.Mãe dos mistérios ciganos que dá força a todos os ciganos no dom da magia, me fortaleça agora, sendo eu cigano ou não cigano, bondosa. Santa Sara, abrande os leões que rugem para me devorar. Santa Sara, afugente as almas perversas para que não possam me enxergar. Ilumine minha tristeza para a felicidade chegar, Rainha. Atravessaste as águas dos rios e do mar por cima delas e não afundaste, eu invoco teu poder para eu não afundar no oceano da vida. Santa Sara nos ilumine sempre.

terça-feira, 18 de maio de 2010

DEUSA ARIANRHOD - Sacerdotisa de Eborense - Yiami Ako Andrea



Deusa, aspecto da Mãe, da Deusa Tripla na Irlanda. Honrada na Lua cheia, Deusa da beleza, fertilidade, reencarnação.

A Deusa Arianrhod, é uma das faces da Deusa Mãe em Avalon. Ela era a mãe de Llew ( Deus Sol Gales) e Dylan (Deus do Mar). Seu nome literalmente significa "Roda Prateada", e sua morada, Caer Arianrhod, nada mais é do que a Via Láctea.

Ela é retratada em Math, son of Manthonwy, e novamente devemos olhar além do que sua lenda conta. Ela é chamada a corte de Math por seu irmão Gwydion, é convocada a ser "Math's Footholder" (algo como: A que segurava o pé de Math - isso é estranho mesmo). Para realizar essa tarefa, ela deveria provar sua virgindade, pois Math, exceto durante a guerra,si poderia viver se mantivesse seus pés no ventre de uma virgem. Pede-se que ela pise na varinha de Gwydion para verificar se ela de fato era virgem. Ela pisa sobre a varinha, e imediatamente da á luz a seus dois filhos. Dylan rasteja-se e escapa para o mar, enquanto a outra criança é capturada por Gwydion. A furiosa Arianrhod jura a seu irmão que a criança em seus braços nunca terá um nome, nunca empunhará uma espada e nunca possuirá uma mulher da Terra - e que essas coisas só poderiam ser concedidas pela mãe da criança. Com o passar do tempo, através de mentiras, Gwydion consegue enganar Arianrhod, e da um nome e arma á seu filho, mas apenas com a criação de Blodeuwedd que o jovem Llew pode ter uma esposa.

Arianrhod é a representação da Mãe que é sempre virgem...aquela que dá à luz, ainda que não pertença a homem algum. De seu trono astral, ela coloca tarefas a nossa frente enquanto a Roda da nossa vida vai girando...

Na mitologia galesa celta, Arianrhod ou Arianrod (Roda-Prateada ou Círculo de Prata) era a virgem branca, deusa do nascimento, iniciação, morte e renascimento. Faz o circulo do paraíso. Irmã e esposa de Gwydion.


Invocação Arianrhod


Oh Arianrhod, donzela, mãe e anciã,
Senhora da Iniciação
Que nos destes nossos nomes
Que nos destes nossas armas
Para que pudéssemos ter uma nova vida.
De Ti nós viemos
E para teus braços retornaremos
Deusa resplandecente
Filha da grande Deusa Don
Nós convidamos-te a descer
de teu Palácio de estrelas e florestas selvagens
Junta-te a nós e inunde-nos com o teu poder
Abençoa-nos Arianrhod!
E ilumina nossos caminhos
Através da luz da Lua Cheia
faz que em nossos corações
Nasça a compreensão seguida do amor universal
Abençoa-nos Grande Mãe Frutuosa
Pois somos teus filhos mais amorosos!


Sempre que necessitar do auxílio dessa Deusa Mãe, — e assim que a lua surgir no céu — verta água cristalina em uma taça transparente. Quebre o talo de um botão de rosa branca e coloque-o no interior da taça. Ao lado da taça, acenda um incenso de jasmim, hortelã ou lótus. Em seguida acenda uma vela prata ou branca. Quando a chama da vela se firmar, feche os olhos e faça seu pedido a Deusa. Não se preocupe com fórmulas. A melhor oração é aquela que nasce do coração.
Deixe a pequena oferenda da rosa por três dias no mesmo local.
Querendo você pode colocar um pequeno cristal transparente entre a taça e a vela, para que ele seja imantado pela energia amorosa da Deusa. Após o terceiro dia, carregue o cristal com você. Ou mantenha-o em seu quarto. Com certeza ele guiará seus passos no mundo do Bom Sonhar.




SACERDOTISA DI EBORENSE


YIAMI AKO - ANDREA

sexta-feira, 19 de março de 2010

A Dama do Lago - Vivien ( Sacerdotisa Wicca Andrea di Eborense ) Yiami AKo


A Dama do Lago,é também conhecida pelos nomes: Nimue, Vivienne, Vivien, Viviana.
Nimue relaciona-se a Mnme, um diminutivo de Mnemosyne, uma das nove ninfas da água da mitologia greco-romana que concedeu armas ao heróico Perseu. Vivienne, deriva-se provavelmente de "Co-Vianna-Vianna", uma Deusa da água muito difundida, denominada de Coventina.
Independente de seu nome, é uma das mais misteriosas e inexplicadas damas feéricas que aparecem nas lendas artúricas.

DAMA DO LAGO, A MÃE DIVINA DE LANCELOT

Em "Lancelot" (em prosa) do século XV, a Dama do Lago é uma maga, como é Morgan Le Fay (Morgana) em Malory e o lago é uma ilusão, conforme relato:
"O rei Ban de Bénoïc, em guerra contra o seu vizinho Claudas de la Landa, foge em segredo de sua fortaleza de Treb para ir pedir ajuda para o rei Arthur. Leva consigo sua esposa e seu filho ainda bebê. Chegando ao bosque de Brocelianda, sobe em um cerro e, ao longe, vê arder sua fortaleza, e morre de dor. A rainha, completamente transtornada, deixa seu filho ao pé de uma árvore e, ao regressar, vê uma linda mulher se apoderar da criança e desaparece com ele nas profundezas do lago. Essa mulher misteriosa é Viviana." (A Infância de Lancelot, "Lancelot em prosa")
O lago portanto, não passava de um encantamento que Merlim havia feito para ela, um pouco antes. No lugar onde a água parecia mais profunda, havia belas e ricas mansões. Nesse país maravilhoso, foi onde cresceu Lancelot.
Nesse relato (acima), Viviana é uma Dama do Lago entre tantas outras que aparecem nas lendas celtas e desempenha o papel de Mãe de Lancelot. Sabe-se que é bem comum o tema folclórico da fada raptora de crianças. Viviana atua também como verdadeira Deusa, pois sabe que o menino está destinado para grandes façanhas, sabe que um dia irá ao castelo do Graal e que será pai de Glaad. A missão que cumpre ao raptá-lo da mãe é uma missão divina. Ela é a Mãe Divina, a que dará a Lancelot do Lago uma espécie de segundo nascimento, o nascimento de uma "criança divina".

Jesse Weston, em "The Legend of Sir Lancelot du Lac", indica que o germe original da lenda de Lancelot é a história da captura de uma criança régia por uma fada aquática, pois, em "Lanzelet", Lancelot não é amante da esposa do rei Arthur.

-"Olhe!", diz Merlim, "lá está a espada da qual falei."
O rei e o mago remam até o local e Athur se apossa da espada e a acariciou.
-"Qual lhe agrada mais", disse Merlim, "a espada ou a bainha?"
-"A espada", disse Arthur.
-"Você é um insensato', fala Merlim, "porque a bainha vale dez espadas, pois enquanto a tiver junto ao corpo nunca perderá sangue ou será gravemente ferido, por isso mantenha a bainha sempre com você".
Depois de receber essa espada da Dama do Lago, e tendo já entrado na posse da Távola Redonda por meio de seu casamento com Guinevere, Arthur se torna o governante de uma sociedade tão perfeita quanto possa ser imaginada. A espada mágica, Excalibur, garante-lhe a invencibilidade militar e a Távola Redonda lhe assegura a harmonia interna.
De todas as formas, o poder do rei Arthur procede de uma mulher, pois toda sua força e sua autoridade está simbolizada na espada Excalibur, que lhe foi concedida pela Dama do Lago. Essa explicação provêm das últimas cenas do "Lancelot em prosa" francês, onde vemos Arthur ferido de morte por Mordred (seu filho com Morgana) na batalha de Camlaan, pedindo a Girflet (Gilvaethwy, filho de Don) que lance a espada de volta ao lago, onde uma mão misteriosa a recolhe. Arthur estava submetido ao poder da Dama do Lago, última representante do antigo estado das coisas. É necessário que devolva a espada a Dama do Lago, para então tornar-se livre e poder partir.
Aproximasse do corpo desfalecido de Arthur uma embarcação na qual viajam várias damas vestidas de luto. Entre elas se encontram Nimue ou Viviana, a Dama do Lago. As damas vêm para conduzir o rei a um lugar encantado onde curarão suas feridas.

VIVIEN E MERLIM


Merlim, o Encantador, conselheiro do rei Arthur, chega a Bretanha, ao bosque de Brocelianda. Ali, junto a fonte (a fonte de Bareton) encontra uma donzela chamada Viviana. O pai de Viviana é um tal Dyonas, afilhado de Diana, a Deusa dos Bosques. Diana lhe havia outorgado um dom: sua primeira filha seria desejada pelo mais sábio dos homens, que acabaria apaixonado por ela e iria ensinar-lhe seu poder mágico. Merlim se enamora de Viviana, a qual, não quer aceitar seu amor, mas com a condição que lhe revele seus segredos, pouco a pouco tecia suas redes a Merlim, perfeitamente consciente de seu destino e que se conforma com ele. Um dia, Viviana pronuncia um encantamento sobre Merlim, que dorme, e desde então, Merlim se encontra em um castelo invisível, prisioneiro de Viviana, porém, completamente feliz em companhia da mulher que ama." (Estória de Merlim)
No relato acima, Viviana aparece como uma "Virgem" zelosa que exige um culto exclusivo e Merlim, aceita seu destino de ficar eternamente submetido à ela. Viviana não é prisioneira de Merlim, ela é completamente livre como toda "Virgem" deve ser. Merlim é que torna-se seu "escravo de amor", seu adorador. Viviana se situa no plano de Divindade exclusiva a cujo serviço se consagra o homem. Viviana é portanto, um dos rostos que toma a Deusa Mãe sempre "Virgem".
O QUE É SER "VIRGEM"?
Virgem é uma que procede do latim "Virgo", que quer dizer "mulher não casada", que em hipótese alguma se questiona sua castidade. Para uma mulher fisicamente pura, usa-se a expressão "virgo intacta". A raiz celta equivalente a "virgo" é "wraki", da qual encontramos derivados em bretão "gwreg", "esposa" e em galês "gwraig", "mulher".
A "Virgem" seria uma "mulher encerrada em si mesma", ou seja, uma mulher livre, sempre nova, sempre possível, um símbolo brilhante da renovação e da juventude e da liberdade sexual. Ela jamais será escrava do homem. Rechaça o matrimônio, porém não os amantes. Rechaça a escravidão, mas pode ter os homens como escravos. Não estamos longe do "Amor Cortês", esse amor cortês que vemos na história de Merlim e Viviana na versão afrancesada que apresentamos.
Para os celtas, portanto, a "Donzela" ou as "Virgens" podiam ser encontrada como guardiãs das fontes e até como as lindas donas de castelos de olhar lânguido, assim como as prisioneiras de senhores malvados. Todas essas Donzelas são incontestavelmente "virgens", no sentido mais amplo da palavra, ou seja, não estão no poder do marido, não estão debaixo da autoridade de um homem.Na tradição celta, como em todas as tradições mediterrâneas pré-cristãs, a "Virgindade" não é física, mas sim puramente moral e consiste na independência da "Mulher" frente ao homem


sábado, 20 de fevereiro de 2010

Incenso Egípcio - Sacerdotisa De Eborense Andrea Pires - Yiami Ako




Incenso Egípcio do AmorPrepare esse incenso à luz de uma vela vermelha ou rosa numa noite de lua nova.

15g de benjoim

15g de canela

15g de galangal

15g de olíbano

30g de mirra

3 gotas de mel

3 gotas de óleo de lótus

1 gota de óleo de rosa

1 pitada de semente de íris seca e em pó

Usando as mãos nuas, misture o benjoim, a canela, a galangal, o olíbano e a mirra numa grande tigela não-metálica.

Adicione o mel, os óleos de lótus e de rosa e a raiz de íris.

Misture bem enquanto recita o seguinte encantamento mágico:

PELO ANTIGO E MíSTICO PODER DE íSIS, DEUSA SUPREMA DE DEZ MIL NOMES E SíMBOLO DA MATERNIDADE DIVINA E DO AMOR, EU CONSAGRO E DEDICO ESTE INCENSO COMO INSTRUMENTO PODEROSO DE MAGIA DO AMOR. PELO FOGO DO SOL, PELO FOGO DA LUZ, QUE ESTE INCENSO SEJA CARREGADO NO NOME DIVINO DE íSIS, SENHORA DOS MISTéRIOS E BELA DEUSA DA MAGIA E DO ENCANTAMENTO. ABENçOADO SEJA SOB O NOME DE AHIO, ARIAHA, ARAINAS E KHA. QUE ASSIM SEJA!Cubra bem a tigela com uma toalha plástica e deixe-a repousar por, pelo menos, duas semanas em local escuro e tranqüilo para maturar. Usando um almofariz e um pilão, moa os ingredientes de amor como "pó do amor" ou queime-o num bloco de carvão em brasa, como incenso mágico para atrair amor, reunir parceiros afastados ou invocar as deidades egípcias antigas (especialmente ísis e Hathor).


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Imbolc - Sefirot - Dra. Andrea Pires- sacerdotisa de Eborense( Yiami Ako

Imbolc (pronuncia-se “imbôlc” ou “imbôlg”) é um festival celta cujo nome significa “em leite” e diz respeito ao período de lactação das ovelhas. É o avivamento do ano, quando aparecem os primeiros estímulos fetais da primavera no útero da Mãe Terra. Sua época de comemoração é no início de fevereiro.

A Sacerdotisa de Eborense wiccana - Dra Andrea Pires - Sacerdotisa Yiami Ako na cultura matriarcal feminina com seu trabalho e cursos para contato






OS SEFIROT


A Cabala trata dos nomes de Deus e da força inserida nas letras que o compõem. Seu objetivo é elevar o ser humano espiritualmente, para que este possa entrar em conexão com Deus, e para isso precisa vencer algumas etapas, os Sefirot, um diagrama que representa os atributos, as virtudes e qualidades divinas e que pode ser entendido como um canal para o divino.



De acordo com o "Sefer Yetzirah", do qual o termo foi originalmente tomado, Sefirot (plural de sefirá) significava números, porém com o gradual desenvolvimento da terminologia mística, passou a ser traduzido por "esferas" ou "regiões", simbolizando a emergência de poderes, virtudes e emanações divinas. Cada sefirá é um modo ou um poder específico através do qual Deus governa e sustenta o Universo. Ao conjunto de dez "sefirot" , dá-se o nome de "Árvore da Vida", também conhecida como "a árvore do conhecimento do bem e do mal", cujos "frutos" estavam proibidos para Adão e Eva no Paraíso, até que a "Serpente" os tentou.
As palavras em hebraico, significam : MALKUTH = Reino, YESOD = Fundamento, HOD =


Glória, NETZACH = Vitória, TIPHARET = Beleza, GEBURAH = Julgamento, CHESED = Amor, BINAH = Inteligência, CHOKMAH = Sabedoria, KETHER = Coroa. Existe ainda mais uma sefirá, DAAT = Conhecimento, ausente na árvore da vida, normalmente representada por um círculo tracejado entre BINAH e CHOKMAH. DAAT é considerada uma sefirá imaginária, necessária para equilibrar BINAH e CHOKMAH.





quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Estamos diante de uma sexta feira 13 !



Estamos diante de uma sexta feira 13 !
Muito se fala sobre os efeitos maléficos desse dia. Mas, o que há de verdadeiro nisso?

Houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça.Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa

Na verdade e que e uma data forte para rituais tanto para bem como para mal e cabe a nós como livre e arbitrio faze los, e não existe bem o mal , tudo pode se organizar em perfeita harmonia , tudo sai da mãe e volta para a mãe tal qual o Homen que nasce de sua mãe e volta para a mãe terra.

O mito da sexta feira 13 vem acompanhando o homem desde a antiguidade, sendo tratado como um momento mágico, utilizados pelos magos para realização de rituais e práticas de poder, tanto ligados à trevas como a Luz.
O número 13, ligado a uma sexta feira e ao mês de agosto, segundo as cresças populares, está associado à força dos bruxos e bruxas os quais desde o passado até a era moderna, muitos temem.

Falar sobre bruxaria é retornar aos primórdios da humanidade, quando o ser humano começou a despertar para a natureza os mistérios da vida e da natureza.
Naquela época, atribuiu-se a criação do universo a Grande Mãe.

Entre os povos, surgiu o culto ao Deus dos Animais e da Fertilidade também conhecido como Deus de Chifres ou Cornífero. Os chifres sempre representando a energia masculina e a ligação com o cosmos. Hoje a figura do Deus Cornífero é atribuída ao Diabo, tendo sido iniciada essa concepção com o advento do Cristianismo, com a intenção de juntar a idéia do Diabo (entidade criada pelas religiões judaico-cristãs) aos cultos pagãos naturais.
É importante lembrar que a Wicca se firmou entre os celtas, mas a bruxaria é anterior a esse período.

obs: a palavra Bruxa vem do latim pluscios – plus= mais; cios= saber. “pessoa que sabe muito”.
Todas as formas de bruxaria, inclusive a Wicca, são derivadas das força da magia natural tal qual Xamanismo Primitivo .

O Princípio Feminino ou Grande Mãe: representando a Energia Universal Geradora, o Útero da Criação. É associada a Lua, a Noite, a Intuição e a Regeneração. A Deusa tem três faces: A Virgem, a Mãe e a Sábia, sendo a última ligada à imaginação geral popular.

Na Wicca, o Deus nasce da Grande Mãe, cresce, torna-se adulto, apaixona-se pela Deusa, fazem amor, ela fica grávida. O Deus morre no inverno e renasce novamente, fechando os ciclos da natureza

Parece estranho na concepção de muitos, que o Deus seja filho e amante da Deusa, mas o belo simbolismo do mito representa que tudo vem do útero da Deusa e para lá tudo retorna.

ACONTECIMENTOS SEXTA FEIRA 13



O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram.A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma sexta-feira 13 de 1972.



SACERDOTISA DR. YIAMI AKO ANDREA

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

RITUAL LUA NOVA WICCA

RITUAL LUA NOVA


MATERIAL

Roupas pretas
Flores roxas
Pingente de proteção
Tinta preta
Pedras para o círculo de proteção
Sal grosso
Giz branco
5 velas roxas
Cálice para vinho (um para cada bruxa)
Athame
Sino


Faça uma coroa para cabeça com as flores roxas; deve-se vestir a roupa preta e colocar o pingente de proteção. Cada bruxa deverá pintar uma lua de preto na testa. A bruxa sacerdotisa traçará o círculo de proteção. Depois deve jogar sal grosso para dentro dele dizendo:

“Consagro-te círculo em nome da Deusa, para que possamos ser abençoadas e protegidas. Que assim seja!”

Em seguida deve-se desenhar o pentagrama dentro do círculo e em cada ponta dele coloca-se uma vela roxa. Prosseguindo, cada bruxa deve por o cálice com vinho em torno do mesmo (pentagrama) e em seu centro se colocará o athame.
A sacerdotisa inicia o ritual com três toques de sino. A seguir ergue ao alto o athame e as bruxas elevam os braços ao céu e a sacerdotisa recita:

“Irmãs, contemplem a Senh
ora de Prata!
Ela está tão distante e tão próxima!
Ela nos envolve agora
Em seu manto negro.”




Outra bruxa diz:

“Virgem, nossa Gloriosa Deusa!
Ouça nossas invocações;
Pedimos a sua proteção!”

A próxima bruxa continua:

“Que os novos caminhos se iniciem;
Que os portais dos elementos se abram;
Que a sua força juvenil e virginal
Atue como sabedoria dentro de nós.”

A bruxa seguinte prossegue:
“Que seus mistérios sejam os nossos encantos;
Que a sua força seja nossa força;
Que a sua vontade seja nossos atos.”

Todas as bruxas recitam juntas:

“Que a sua escuridão seja nossa luz;
Que a sua juventude seja nosso renascimento.”

Para terminar cada bruxa deve falar individualmente;

“Que a sua escuridão seja minha luz;
Que sua juventude seja meu renascimento.”

Em seguida a sacerdotisa deve tocar o sino novamente três vezes. Cada bruxa pega seu cálice e senta-se na posição de Lótus para refletir e projetar seus pensamentos para o interior do cálice. É o momento de se pedir qualquer coisa relacionada com novos empreendimentos, projetos ou sonhos.

Dando prosseguimento ao ritual, a sacerdotisa mergulha o athame no cálice de cada bruxa, proferindo:
“Neste momento mágico, as suas palavras mergulham no coração da Deusa.”
Outra bruxa deve consagrar o cálice da sacerdotisa. Então, as bruxas agora podem beber o vinho e confraternizarem com um banquete simples e discutirem projetos novos para o coven.
No término da celebração deve-se recitar o encantamento e fechar o círculo de proteção:

“Que as nossas palavras assim sejam;
Que os nossos desejos assim sejam!,
O círculo está desfeito
Mas não quebrado.”