quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

WICCA


I Walk Alone - Tarja Turunen


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Oração a Santa Sara de Kali - Oficial



SANTA SARA DE KALI,
BENDITA LUZ QUE ILUMINA NOSSO CAMINHO
ESPERANÇA NA NOITE SEM LUZ
DAI-NOS
Ó SANTA TÃO PURA E ILUMINADAO DOM DO BEM.
COM TUA CLARIVIDÊNCIA E PODER
PROTEGESTE E GUARDASTE MARIA MADALENA.
JACOB E JOSÉ DE ARIMATÉIA
FORAM COLOCADOS PELOS JUDEUS
EM UM BARCO SEM RUMO...
MAS A SUA PRECE E SEU AMOR,
DOCE SANTA MOSTROU-LHES O CAMINHO PARA A SALVAÇÃO.
SOBRE AS ÁGUAS IMPLORANTES A ELASQUE OS LEVASSE A TERRA FIRME
OH! SANTA SARAQUE GUARDASTE OS GRANDES SEGREDOS
DE MARIA VIRGEM
NOS ENSINASTES A MAGIA,
A ENERGIA DA LUZ.
COM AS ROSAS E PLANTAS PURIFICAI OS NOSSOS CAMINHOS,
NÃO NOS DEIXEIS SANTA SARA
SEM ABRIGO E SEM APOIO.
DEUS QUANDO A ENVIOU AO POVO CIGANO
DESTINOU-LHE A ROSA SANTA DE MARIA
PARA QUE ESTE POVO A ACOLHESSE COM AMOR.
SANTA DO ENCANTO,
A SUA LUA NOS GUIE E NOS LEVE SEMPRE
A TERRA FIRME, VERDES CAMPOS
E PAZ NA TERRABENDITA SERÁ TU TAMBÉM
POR SERES TEMENTES AS ORDENS DE MARIA .


Autor:Espirito Cigana Thalita Samaritana
Federação Ogum Xoroque Ewe Ossany
Oração Datada de 1992

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Abobora do 31 de Outubro ! 2011


31 DE OUTUBRO DE 2011! DIA DAS BRUXAS


A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês.
Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede.
Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda.
Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz.
Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda.
Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade.
Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos.
Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça.
O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno.
O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.

Os nabos na Irlanda eram usados como "lanterna do Jack " originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
Na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.


A abóbora:

Simboliza a fertilidade e a sabedoria.


O Gato preto:

Símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Teiniaguá – Princesa Moura



Quando caiu o último reduto árabe na Espanha, alguns mouros, falsamente convertidos em novos cristãos, buscaram morada na América. Ligados à alquimia, trouxeram com eles sua princesa e o desejo de aqui "alçar de novo a Meia-lua sobre a Estrela de Belém", isto é, fundar um país mulçumano. Anhangá-pitã, diabo vermelho dos índios, transformou a princesa moura em Teiniaguá, uma lagartixa, diferente das demais por ter encrustada na cabeça uma pedra preciosa, que cintilava como brasa e da cor do rubi. No tempo dos padres jesuítas, existia um moço sacristão no Povo de São Tomé, na Argentina, do outro lado do rio Uruguai. Ele morava numa cela de pedra nos fundos da própria igreja, na praça principal da aldeia. Num verão muito forte, com um sol de rachar, ele não conseguiu dormir a sesta. Então, levantou-se, e foi até a beira da lagoa refrescar-se. Levava consigo uma guampa, que usava como copo. Então, a coisa mais estranha aconteceu, a lagoa toda fervia e largava um vapor sufocante e qual não é a surpresa do sacristão ao ver sair d'água a própria Teiniaguá, na forma de uma lagartixa com a cabeça de fogo, colorada como um carbúnculo. Ele, homem religioso, sabia que a Teiniaguá - os padres diziam isso!- tinha partes com o Diabo Vermelho, o Anhangá-Pitã, que tentava os homens e arrastava todos para o inferno. Mas sabia também que a Teiniaguá se transformava em mulher, uma princesa moura encantada jamais tocada por homem, de corpo rijo e formoso. Aquele pelo qual se apaixonasse seria feliz para sempre. Assim, num gesto rápido, aprisionou a Teiniagá na guampa e voltou correndo para a igreja, sem se importar com o calor. Passou o dia inteiro metido na cela, inquieto, louco que chegasse a noite. "Estava escrito: Serás o meu par ... quando quebrado o encantamento, do sangue de nós ambos, nascerá uma nova gente ... se a cruz do teu rosário não me esconjurar ..." Quando as sombras finalmente desceram sobre a aldeia, ele não se sofreu: destampou a guampa para ver a Teiniaguá. Aí, o milagre: a Teiniaguá se transformou na princesa moura, que sorriu para ele e pediu vinho, com os lábios vermelhos. Ora, vinho só o da Santa Missa. Louco de amor, ele não pensou duas vezes: roubou o vinho sagrado e assim, bebendo e amando, eles passaram a noite. No outro dia, o sacristão não prestava para nada. Mas, quando chegou escureceu, tudo se repetiu. E assim foi até que os padres finalmente desconfiaram, e numa madrugada invadiram a cela do sacristão. A princesa moura transformou-se em Teiniaguá e fugiu para as barrancas do rio Uruguai, mas o moço, embriagado pelo vinho e pelo amor, foi preso e acorrentado. Como o crime era horrível - contra Deus e a Igreja! - foi condenado a morrer no garrote vil, na praça, diante da igreja que ele tinha profanado. No dia da execução, todo o Povo se reuniu diante da igreja de São Tomé. Então, lá das barrancas do rio Uruguai a Teiniaguá sentiu que seu amado corria perigo. E com todo o poder de sua magia, começou a procurar o sacristão abrindo rombos na terra, uns vales enormes, rasgando tudo. Por um desses vales ela finalmente chegou à igreja bem na hora em que o carrasco ia golpear o sacristão. O que se viu foi um estouro muito grande, nessa hora, parecia que o mundo inteiro vinha abaixo, houve fogo, fumaça e enxofre e tudo afundou e desapareceu. E quando as coisas clarearam, a Teiniaguá tinha libertado o sacristão e voltado com ele para as barrancas do rio Uruguai. Então, eles atravessaram o rio e ficaram uns três dias em São Francisco de Borja, procurando um lugar afastado onde pudessem viver em paz. Assim, foram parar na Cerra do Jarau, no Quaraim, onde descobriram uma caverna muito funda e comprida. E lá foram morar. Essa caverna, no alto da Cerra, ficou encantada. Virou Salamanca, que quer dizer "gruta mágica", a Salamanca do Jarau. Quem tiver coragem de entrar lá, passar por sete provas e conseguir sair, fica com o corpo fechado e com sorte no amor e no dinheiro para o resto da vida. Na Salamanca do Jarau, a Teiniaguá escondida na gruta e o sacristão a guardar a entrada viverão lá por duzentos anos. Campeando uma boiada, um tropeiro chega à furna do Jarau. Sabia sobre a lenda, que sua avó, uma índia charrua, contava. Entrou na furna, encontrou um vulto branco e tristonho e o saudou em nome de Deus, o vulto lhe passou sete provas, que com "alma forte e coração sereno", venceu. Chegou até a Teiniaguá encantada. tocou-lhe a testa e a pedra preciosa. A Teiniágua se transformou na Princesa Moura e lhe ofereceu sete escolhas, as quais ele rejeitou. Ele queria mais, muito mais: " - Eu te queria a ti, porque tu és tudo." Voltou à boca da furna e lembrou que: "tendo tido oferta de muito, não lograra nada, por querer tudo." Recebeu, do vulto branco e tristonho, uma moeda de ouro, furada por um condão mágico. O tempo passava e o tropeiro cada vez mais rico e sozinho. "Churrasqueava sozinho, e sozinho mateava." Deu para cismar. Voltou ao cerro do Jarau e em nome de Deus saudou o vulto, devolvendo a moeda. "- Prefiro a pobreza dantes à riqueza, que não se acaba, é verdade, mas que parece amaldiçoada, porque nunca tem parelha e separa o dono dos outros. Fica-te com Deus." Pela 3ª vez o nome do Senhor é pronunciado e assim quebra-se o encantamento. O Jarau ficou transparente e o tropeiro viu as labaredas devorando tudo o que havia pela frente. A Teiniaguá se transformou na princesa moura e a moura em uma índia tapuia formosa. O vulto branco e tristonho, transformou-se em sacristão, e este por sua vez, num homem forte e viril. Aquele par, juntado e tangido pelo destino, foi descendo a pendente das coxilhas, até alcançar a várzea limpa, plana e verde, finalmente estavam livres para se amarem. O tropeiro, deu de rédea e devagar foi descendo a encosta do cerro, com o coração aliviado. Era pobre como dantes, porém comeria em paz o seu churrasco e em paz beberia o seu chimarrão, em paz dormiria novamente, em paz estaria a sua vida. A india tapuia e o seu amado, viverão felizes até o fim do seus dias e do seu amor nasceram os primeiros gaúchos.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Astarte a Grande mãe do ovo


A deusa Astarte, foi a mais importante das numerosas divindades fenícias e a única que permaneceu inamovível na sua rica mitologia, apesar das profundas e contínuas mudanças no culto que resultaram de diversas influências oriundas de toda a área do Mediterrâneo, recebidas por este povo de navegantes. A deusa era uma representação das forças da fecundidade e, como tal, foi adorada sob variadíssimos aspectos. Todos eles tinham de comum a imagem de uma deusa amorosa, bela, fecunda e maternal. Chamaram-lhe Kubaba-Cibeles na Síria do Norte. Esta e as restantes divindades fenícias eram adoradas em santuários, mas o seu culto não carecia de esculturas religiosas, pelo que, muitas vezes, elas faltavam nos templos. A sua sede era uma simples pedra ou pilone no centro do lugar sagrado. A proteção divina na vida doméstica era invocada em estatuetas de material tosco, inacabadas, ou em amuletos de inspiração egípcia, como por exemplo o célebre escaravelho solar das pinturas faraónicas.

Em Sidom o culto era dividido principalmente entre dois deusesEshmund e Asterate (Astarte).

Astarte era esposa do deus Tamuz que vem referenciado na biblia em

  • Nome: Asterate / Asterath / Astorate / Asterote / Astarte / Asera / Baalat.
  • Familia: Filha de Baal, Irmã gémea de Camoesh (Camos), esposa deTamuz
  • Localização Temporal: Desde o dilúvio até a 18º dinastia egipcia.

Astarte era uma das três deusas Cananéia da fecundidade. Astarte era semelhante a Anat em todos os aspectos. Ela era identificada com a estrela vespertina.

Era a mais importante deusa dos fenícios. Deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da guerra. Tinha como símbolos o leão, o cavalo, a esfinge e a pomba.



Astarté (em fenicio Ashtart) é a assimilação fenicia de uma deusa mesopotâmica que os sumérios conheciam como Inanna, os acádios como Ishtar e os israelitas Astaroth e a rainha do céu.

Rainha do Paraíso. Era costume homenageá-la oferecendo flores e ovos pintados a amigos e familiares.

No museu do Louvre (França), há uma estátua representando sua figura. Os poetas clássicos falam da fábula do ovo místico dos babilônios: "dizem que um ovo muito grande caiu do céu no rio Eufrates. Os peixes o levaram até a margem, e as pombas sentaram sobre ele e o chocaram. Assim nasceu. Assim, o ovo tornou-se um dos símbolos de Astarte (de onde vem a palavra inglesa Easter, Páscoa)"


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Bruxaria Italiana (Stregheria)




Para algumas pessoas, a Bruxaria Italiana é tida como a "Velha Religião" (Vecchia Religione, em italiano), culto neopagão italiano com origens nos velhos mistérios Egeu-Mediterrâneos. A stregheria é uma religião iniciática imposta por diversos clãs, na maioria hereditários e extremamente herméticos.
Já para outras, a Stregoneria é simplesmente a prática de bruxaria de influências italianas, desvinculada de religião, já que para Bruxaria Tradicional a mesma não é considerada uma 'Religião' per se, mas sim um Ofício, uma prática de feitiçaria independente da
religiosidade

A Stregheria contém em si várias ramificações que são chamadas de Clãs ou Tradições. Um Clã é formado por um conjunto de regras, liturgias, mitos e práticas em comum, onde os Stregoni e Streghe estão ligados entre si pela linhagem.Outros grupos ainda, não tem um nome específico porque se desenvolvem em regiões, como resultado das vilas daqueles locais, ou em famílias. Nem sempre as famílias abrem ou mesmo assumem suas práticas mágicas, religiosas ou espirituais, por isso são muito pouco conhecidas.


A Stregheria passou a ser conhecida graças ao folclorista Charles G. Leland, que no final do século XIX escreveu obras sobre o tema, entre as quais se incluem Aradia, Il Vangelo delle Streghe Italiane e Etruscan and Roman Remains in Popular Tradition. Leland conseguiu este material na Florença, onde mantinha contato com mulheres que se intitulavam Streghe (Bruxas em Italiano).A maioria dos Clãs de Stregoneria são Politeístas, tendo um Panteão cheio de Deuses, Semi-Deuses e Raças de Espíritos, todos eles criados das deidades supremas que são Diana e Dianus Lucifero. Alguns praticantes, no entanto, mantém seu culto firmado em algumas deidades, criando com elas uma espécie de aliança, não necessariamente sendo Diana e Dianus, embora, indubitavelmente eles sejam os mais cultuados.
As bases dos mistérios Stregonesci vieram principalmente de influências Etruscas. É importante lembrar, porém, que os romanos e assim, os ítalos tiveram muito contato com outros povos, dado à posição comercial e geográfica que os privilegiou em muitos momentos da história. Desta forma, desde os celtas que viveram no norte da Itália aos cultos e tradições trazidos pelos gregos que se instalaram na Magna Grécia, na Sicilia, influenciaram muito os modos, tradições e crenças das streghe, das fazedoras de magia, de curas..

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Palavras da Gran sacerdotisa di Eborense Andrea

Palavras da Gran sacerdotisa di Eborense Andrea

“ Desejar que os outros caia ou sejam infelizes é plantar erva daninha no seu próprio caminho”

Gran sacerdotisa di Eborense Andrea

“ Todo Mal , que é desejado ou feito é veneno que mata lentamente ate chegar a sua própria decadência “

Gran sacerdotisa di Eborense Andrea

“ O tempo cura as dores mais difíceis , mas as cicatrizes ficam para lembrar o que se fez “

Gran sacerdotisa di Eborense Andrea

Virar as costas para quem tanto nos ama é jogar perolas fora , todo amor é puro santo e sagrado”

Gran sacerdotisa di Eborense Andrea

domingo, 10 de abril de 2011

Varetas Saxônicas - Método Premonitório Wicca


As Varetas Saxônicas

Método Premonitório Wicca

Pesquisar o futuro... Procurar descobrir o que está escondido nas sombra

s do amanhã... Isto é algo que sempre atraiu a humanidade em geral, "apesar de, na minha opinião, o passado sempre será mais importante, pois, conhecer nossas origens, nossas raízes, nos proporciona uma melhor compreensão sobre o nosso futuro".

Mas para isto (método premonitório), as bruxas saxônicas desenvolveram o famoso método premonitório das varetas saxônicas.

São necessárias sete varetas de madeira, três de 20 cm. e quatro de 30 cm. de cumprimento. Uma das varetas de30 cm. será marcada com sinais mágicos e assumirá o papel d

e vareta Witan (vareta mestre).

De joelhos, a bruxa (bruxo) coloca a vareta Witan no chão, bem diante de si e no sentido horizontal. Então, ela faz uma oração à Deusa, enquanto segura com a mão direita as outras seis varetas sobre a Witan.

A seguir, ela fecha os olhos e segurando as varetas com as duas mãos, mistura-as, enquanto mentalmente se concentra na pergunta.

Mantendo os olhos fechados ela segura as varetas com a mão direita e apanha a ponta de uma das varetas com a mão esquerda. Ainda concentrada na pergunta, ela abre

a mão direita...

Todas a varetas cairão no chão, menos a que está segura pela mão esquerda. Vamos ao que é importante e que aguça a curiosidade de todos: a interpretação:


1) Se no solo estão caídas mais varetas longas do que curtas, a resposta é afirmativa.

2) Se existem mais varetas curtas do que longas no chão (excluindo a

Witan), então a resposta é negativa.

3) Se uma ou mais varetas tocam a Witan, significa que poderosas forças estão em jogo mas que, com o tempo, a resposta se manifestará.

4) Se uma ou mais varetas não estão tocando o solo (apoiam-se sobre as outras), indica que as forças estão em jogo e que uma resposta definitiva ainda não pode ser dada.

5) Se todas as varetas apontam para a Witan, significa que o consulen

te terá um papel importante na solução da questão.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Aradia - Sacerdotisa di Eborense



Aradia é na Stregheria a perpetuadora do Culto de Sua Mãe, Diana que é vista como a Rainha do Céu e da Terra, Senhora da Magia e a Deusa que criou o mundo.Em algumas vertentes da bruxaria italiana o culto triplicie se marca na Familia:
Na Mãe vista como a criadora do mundo e Deusa primordial, o pai que é seu irmão Dianus Lucifero ou simplismente Lucifer (Portador da Luz) que era o Deus da Beleza força e conhecimento e por fim, vem a Filha, Arádia. Enquando Diana personifica a lua, a escuridão e o feminino, Dianus personifica o sol, luz e o masculino. Arádia nasce como o equilíbrio destas duas polaridades, mas ainda assim na forma feminina, como a Deidade Primordial que era Diana. Arádia, antes de tudo, é o Sangue, a tradição gerada da união de seus pais. Dentro da Stregheria, o papel de Arádia é instruir, ensinar, e fazer a velha religião florescer, ou seja, perpetuar o culto, a tradição, o "Sangue dos Deuses". De Diana, ela traz a maternidade e a sabedoria; de Dianus, ela carrega a força e o conhecimento. Como descendente de Diana e Dianus, ela é a representação da própria ancestralidade, a importância de cultuar aqueles que vieram antes de você. Ela é a Filha - e portanto nossa Irmã - que vem ensinar a Antiga Tradição. Dentro da Stregheria abordada por Grimassi, não vemos a presença forte de Arádia. O culto baseia-se em um Duoteísmo, e ela apenas é lembrada como perpetuadora da tradição. Mas, no meu ponto de vista, o culto a essa Trindade é carregado de valores da bruxaria italiana e ensina muito sobre tradição. Lúcifer está no Sol sempre a viajar pelos doze signos, e crescer e morrer todo ano. Diana está nas fases da Lua, no desenvolvimento e na Ciclo da Vida. E Aradia, onde está na Terra? No próprio espírito da Natureza. É o Espírito de Aradia quem ensina o lobo a caçar, o pássaro a voar, a borboleta a sair do casulo... Quem passa o conhecimento dos pais aos filhos. É ela quem trança os fios da teia alimentar (composta por várias cadeias alimentares), estabelecendo o equilíbrio da vida. Ela é a tradição perpetuada. Ela é a própria vida em manifestação, e a manutenção dessa vida também.
Vamos pensar agora nas características de Aradia... Quem é a grande professora das bruxas? Existem duas respostas para essa pergunta: Aradia e a natureza em si. E essas duas respostas convergem-se em uma. Aradia tinha um aspecto duplo: era a jovem livre e indomável, incapaz de ser dominada ou repreendida, e também era a sábia, tranquila e serena a ensinar os Mistérios. Assim como a natureza é doce e gentil ao desabrochar de uma flor, também é feroz ao cair de uma tempestade. Aliás, na versão da história de Aradia contada por Grimassi, que segundo ele vem de várias gerações, conta que ao ser presa, Aradia pediu para rezar ao ar livre, e invocou uma terrível tempestade...
Agora, vamos dar uma olhada nos Dons de Aradia para os praticantes da Stregheria:

1. Atrair sucesso nos assuntos do coração2. Abençoar e consagrar
3. Falar com os espíritos
4. Saber das coisas ocultas
5. Chamar espíritos
6. Conhecer a Voz do Vento
7. Ter o conhecimento da transformação
8. Ter o conhecimento da divinação9. Conhecer os Sinais Secretos
10. Curar males
11. Trazer a beleza
12. Ter influencia sobre as feras selvagens
13. Conhecer os segredos das mãos.
"Eu sou Aradia
Filha do mar
E filha do vento
Filha do Sol
E Filha da Lua
Filha do pôr
E filha do nascer do Sol Filha da noite E Filha das montanhas
E eu cantei a canção do mar
E eu escutei os sinais do vento
E eu aprendi os mistérios secretos do Sol
E eu bebi as lágrimas da Lua
E o sofrimento do Sol que nasce
Eu estive sob a escuridão mais profunda da noite
E eu segurei o poder das montanhas
Por eu ser mais forte que o mar E mais livre que o vento
Eu sou mais brilhante que o Sol
E tenho mais fases que a Lua
Eu sou a esperança do Sol poente
E a paz do Sol nascente
Eu sou mais misteriosa que a noite
E mais antiga que as montanhas
Mais velha que o próprio tempo
Por eu ser Aquela que foi
Aquela que é
E Aquela que será
Eu sou Aradia"

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Livia, sacerdotisa de Ártemis - Sacerdotisa di Eborense


"Amazonas dos tempos futuros, me escutem. Eu envio estas palavras aos ventos do tempo, pelo fogo do meu espírito e urgências do meu diamante que me dizem que minha última lua está sobre mim agora. Pelo final da minha vida, eu não sinto uma perda. O nascimento, a vida, a morte, são todos uma só coisa na sabedoria Dela. Mas a verdade de nossos ancestrais e os caminho
s sagrados estão agora perdidos para aqueles que seguem. Em breve, não restará ninguém para lamentar.Ouçam minhas palavras, Irmãs! Eu sou Lívia, amante e seguidora de Ártemis. Eu falo para vocês como a Sagrada sacerdotisa de Ártemis. Ártemis é Aquela que nos ensina os sagrados caminhos das mulheres e da vida desde antes de existir a memória. Eu lhes envio a nossa história, silenciada com meu último suspiro... só para vocês que podem me ouvir agora. O pesar deste relato agora me traz aqui sozinha a esta
floresta sagrada. Raiva e tristeza me trazem aos meus joelhos aqui no escuro, ao lado do rio... Deixem o poder do que lhes en
vio agora cercar de força e verdade seus corações, que batem do lado distante dos Tempos de Escuridão. Esta é a penosa mensagem, de como nossa história e nossa cultura foram roubadas de nós através da ganância, da corrupção e dos abusos de poder. A Deusa se move para nos cha
mar, pois apenas através de Sua sabedoria minhas palavras podem alcançar vocês. Ela me instrui através deste encantamento a enviar estas palavras pra atingir vocês, Amazonas, que renasceram ao final dos Tempos de Escuridão. Nós, que temos sido mantenedoras dos limiares antigos e profundos; limiares do nascimento e da morte em Seu nome, chamamos vocês. Quando vocês ouvirem minhas palavras, o templo haverá permanecido por muito tempo em Éfeso, imensidões de colunas de pedra, um poderoso tributo a Ártemis. Enquanto falo estas palavras, o templo está agora no planeja
mento. Porém, quando esta maravilha estiver completa, a sacerdotisa sagrada de Ártemis já terá ido embora. Ouçam-me! Assistam como o templo de pedra por si mesmo é um testemunho de nossa violação e de nossa perda! Os entalhes exteriores do templo não são de Ártemis e de su
as amadas Amazonas, mas do herói masculino dos iônicos Androkles. Os entalhes não foram feitos por artesãs da Sacerdotisa, mas recortados por trabalhadores masculinos das pedreiras, trazidos de Roma. Dentro do templo, apesar do tabu da entrada dos homens que leva a uma punição de morte pela lei de Ártemis, estarão estátuas douradas do Imperador Romano e outros Romanos que através da riqueza compraram o direito ao sacerdócio
. A ira ruge dentro de mim, mas a vingança não é para ser minha. Ela é a medida do julgamento e é quem estabelece os limites para todas as coisas, incluindo a duração de minha vida. As Amazonas há muito d
eixaram Éfeso e cavalgaram para o Norte, prestando atenção às terríveis visões de nossas irmãs sobre os tempos de escuridão que viriam. Profundamente lamentados foram os avisos sobre o nosso futuro. Mas quem pode dizer que compreende a sabedoria Dela? O bom e o mau são a mesma coisa para Ela, é apenas devido à nossa compreensão limitada que nós sofremos assim. Irmãs no futuro! Ouçam minhas palavras! Ouçam e pressintam com os vossos corações! No tempo certo, a Nação Amazona será relemb
rada. Procurem pelos caminhos Dela na floresta. Procurem por nós ali. Lembrem-se! Por Ártemis
..."

SACERDOTISA DI EBORENSE - ANDREA