segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Deusa Egípcia Maát " a Justiça"

O conceito de Maat do Egito Antigo prevaleceu intensamente até o Reino do Meio ou começo do Período Imperial. Durante algum tempo ele esteve relativamente ignorado, mas recuperou sua força no período de toda a 18.ª Dinastia, especialmente durante o tempo de Akhenaton. Mas na época da 20.ª Dinastia, Maat decaíra.Havia a ineficiência governamental, a indiferença, a fuga da responsabilidade e a desonestidade. A consciência social, o interesse de grupo e a integridade pessoal deixavam de existir. Já não havia mais um homem justo, vivendo em harmonia com a ordem divina de Maat. Deixara de existir o conceito de caráter, de dignidade humana e decência. Quando a ordem estabelecida de Maat, sobre a qual se apoiava o modo de vida egípcio, foi descartada, a vida perdeu o significado. A antiga verdade, Maat, que predominara por uns dois mil anos, deixara de se impor.Temos de reconhecer pela monumental evidência que, para os egípcios antigos, o conceito de Maat criou uma grande sociedade humana onde havia justiça na pessoa humana e social.
Nenhum impostor inebriado pela ilusão
poderá alterar as minhas palavras, nem deturpar a minha lei.
Eu sou a Justiça Cósmica e todos deverão
conhecer e respeitar as minhas verdades eternas,
independentemente da sua posição social ou hierárquica.
Deixo-me tocar pelas preces sinceras e vindas do coração
Mas permaneço surda aos pedidos mesquinhos ou egoístas,
Pois não me deixo influenciar pelos desejos da carne
Nem pelas armadilhas da mente.
Ninguém permanecerá imune à minha avaliação
E todos os corações serão julgados de acordo
com as eternas leis da verdade e da justiça.”
E para todos nós, homens e mulheres, seria útil e necessário meditarmos sobre a “Confissão Negativa” que todos os egípcios deveriam recitar ao chegar na presença de Maat:
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Oração a Santa Sara de Kali - Oficial

sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Abobora do 31 de Outubro ! 2011

31 DE OUTUBRO DE 2011! DIA DAS BRUXAS
A abóbora:
Simboliza a fertilidade e a sabedoria.
O Gato preto:
Símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Teiniaguá – Princesa Moura

quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Astarte a Grande mãe do ovo
A deusa Astarte, foi a mais importante das numerosas divindades fenícias e a única que permaneceu inamovível na sua rica mitologia, apesar das profundas e contínuas mudanças no culto que resultaram de diversas influências oriundas de toda a área do Mediterrâneo, recebidas por este povo de navegantes. A deusa era uma representação das forças da fecundidade e, como tal, foi adorada sob variadíssimos aspectos. Todos eles tinham de comum a imagem de uma deusa amorosa, bela, fecunda e maternal. Chamaram-lhe Kubaba-Cibeles na Síria do Norte. Esta e as restantes divindades fenícias eram adoradas em santuários, mas o seu culto não carecia de esculturas religiosas, pelo que, muitas vezes, elas faltavam nos templos. A sua sede era uma simples pedra ou pilone no centro do lugar sagrado. A proteção divina na vida doméstica era invocada em estatuetas de material tosco, inacabadas, ou em amuletos de inspiração egípcia, como por exemplo o célebre escaravelho solar das pinturas faraónicas.
Em Sidom o culto era dividido principalmente entre dois deusesEshmund e Asterate (Astarte).
Astarte era esposa do deus Tamuz que vem referenciado na biblia em
- Nome: Asterate / Asterath / Astorate / Asterote / Astarte / Asera / Baalat.
- Familia: Filha de Baal, Irmã gémea de Camoesh (Camos), esposa deTamuz
- Localização Temporal: Desde o dilúvio até a 18º dinastia egipcia.
Astarte era uma das três deusas Cananéia da fecundidade. Astarte era semelhante a Anat em todos os aspectos. Ela era identificada com a estrela vespertina.
Era a mais importante deusa dos fenícios. Deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da guerra. Tinha como símbolos o leão, o cavalo, a esfinge e a pomba.
Astarté (em fenicio Ashtart) é a assimilação fenicia de uma deusa mesopotâmica que os sumérios conheciam como Inanna, os acádios como Ishtar e os israelitas Astaroth e a rainha do céu.
Rainha do Paraíso. Era costume homenageá-la oferecendo flores e ovos pintados a amigos e familiares.
No museu do Louvre (França), há uma estátua representando sua figura. Os poetas clássicos falam da fábula do ovo místico dos babilônios: "dizem que um ovo muito grande caiu do céu no rio Eufrates. Os peixes o levaram até a margem, e as pombas sentaram sobre ele e o chocaram. Assim nasceu. Assim, o ovo tornou-se um dos símbolos de Astarte (de onde vem a palavra inglesa Easter, Páscoa)"
