quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Deusa Egípcia Maát " a Justiça"



O conceito de Maat do Egito Antigo prevaleceu intensamente até o Reino do Meio ou começo do Período Imperial. Durante algum tempo ele esteve relativamente ignorado, mas recuperou sua força no período de toda a 18.ª Dinastia, especialmente durante o tempo de Akhenaton. Mas na época da 20.ª Dinastia, Maat decaíra.Havia a ineficiência governamental, a indiferença, a fuga da responsabilidade e a desonestidade. A consciência social, o interesse de grupo e a integridade pessoal deixavam de existir. Já não havia mais um homem justo, vivendo em harmonia com a ordem divina de Maat. Deixara de existir o conceito de caráter, de dignidade humana e decência. Quando a ordem estabelecida de Maat, sobre a qual se apoiava o modo de vida egípcio, foi descartada, a vida perdeu o significado. A antiga verdade, Maat, que predominara por uns dois mil anos, deixara de se impor.Temos de reconhecer pela monumental evidência que, para os egípcios antigos, o conceito de Maat criou uma grande sociedade humana onde havia justiça na pessoa humana e social.


Em egípcio, a palavra para verdade é Maát. O uso do Maát surgiu na Era das Pirâmides, iniciada por volta de 2700 a. C. No começo, Maat estava associado ao deus-sol Ra, ao faraó, à administração do país, ao homem comum, aos rituais dos templos e aos costumes mortuários.
.“Sobriedade é meu propósito e minha vontade,
Nenhum impostor inebriado pela ilusão
poderá alterar as minhas palavras, nem deturpar a minha lei.
Eu sou a Justiça Cósmica e todos deverão
conhecer e respeitar as minhas verdades eternas,
independentemente da sua posição social ou hierárquica.
Deixo-me tocar pelas preces sinceras e vindas do coração
Mas permaneço surda aos pedidos mesquinhos ou egoístas,
Pois não me deixo influenciar pelos desejos da carne
Nem pelas armadilhas da mente.
Ninguém permanecerá imune à minha avaliação
E todos os corações serão julgados de acordo
com as eternas leis da verdade e da justiça.”

E para todos nós, homens e mulheres, seria útil e necessário meditarmos sobre a “Confissão Negativa” que todos os egípcios deveriam recitar ao chegar na presença de Maat:

“Não fiz mal a ninguém. Não provoquei a dor alheia. Não fiz ninguém chorar. Não agi de forma violenta, não agredi nem humanos, nem animais. Não roubei. Não poluí a água, nem devastei a terra. Não fiz julgamentos apressados, nem fui insolente. Não provoquei brigas, nem incentivei ninguém a matar. Não dei falso testemunho, nem explorei os outros. Não enganei, nem prejudiquei. Não criei riqueza por meios ilícitos, nem apossei-me dos bens alheios. Não deixei ninguém passar fome, nem tirei o leite das crianças.”.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

WICCA


I Walk Alone - Tarja Turunen


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Oração a Santa Sara de Kali - Oficial



SANTA SARA DE KALI,
BENDITA LUZ QUE ILUMINA NOSSO CAMINHO
ESPERANÇA NA NOITE SEM LUZ
DAI-NOS
Ó SANTA TÃO PURA E ILUMINADAO DOM DO BEM.
COM TUA CLARIVIDÊNCIA E PODER
PROTEGESTE E GUARDASTE MARIA MADALENA.
JACOB E JOSÉ DE ARIMATÉIA
FORAM COLOCADOS PELOS JUDEUS
EM UM BARCO SEM RUMO...
MAS A SUA PRECE E SEU AMOR,
DOCE SANTA MOSTROU-LHES O CAMINHO PARA A SALVAÇÃO.
SOBRE AS ÁGUAS IMPLORANTES A ELASQUE OS LEVASSE A TERRA FIRME
OH! SANTA SARAQUE GUARDASTE OS GRANDES SEGREDOS
DE MARIA VIRGEM
NOS ENSINASTES A MAGIA,
A ENERGIA DA LUZ.
COM AS ROSAS E PLANTAS PURIFICAI OS NOSSOS CAMINHOS,
NÃO NOS DEIXEIS SANTA SARA
SEM ABRIGO E SEM APOIO.
DEUS QUANDO A ENVIOU AO POVO CIGANO
DESTINOU-LHE A ROSA SANTA DE MARIA
PARA QUE ESTE POVO A ACOLHESSE COM AMOR.
SANTA DO ENCANTO,
A SUA LUA NOS GUIE E NOS LEVE SEMPRE
A TERRA FIRME, VERDES CAMPOS
E PAZ NA TERRABENDITA SERÁ TU TAMBÉM
POR SERES TEMENTES AS ORDENS DE MARIA .


Autor:Espirito Cigana Thalita Samaritana
Federação Ogum Xoroque Ewe Ossany
Oração Datada de 1992

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Abobora do 31 de Outubro ! 2011


31 DE OUTUBRO DE 2011! DIA DAS BRUXAS


A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês.
Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede.
Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda.
Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz.
Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda.
Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade.
Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos.
Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça.
O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno.
O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.

Os nabos na Irlanda eram usados como "lanterna do Jack " originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
Na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.


A abóbora:

Simboliza a fertilidade e a sabedoria.


O Gato preto:

Símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Teiniaguá – Princesa Moura



Quando caiu o último reduto árabe na Espanha, alguns mouros, falsamente convertidos em novos cristãos, buscaram morada na América. Ligados à alquimia, trouxeram com eles sua princesa e o desejo de aqui "alçar de novo a Meia-lua sobre a Estrela de Belém", isto é, fundar um país mulçumano. Anhangá-pitã, diabo vermelho dos índios, transformou a princesa moura em Teiniaguá, uma lagartixa, diferente das demais por ter encrustada na cabeça uma pedra preciosa, que cintilava como brasa e da cor do rubi. No tempo dos padres jesuítas, existia um moço sacristão no Povo de São Tomé, na Argentina, do outro lado do rio Uruguai. Ele morava numa cela de pedra nos fundos da própria igreja, na praça principal da aldeia. Num verão muito forte, com um sol de rachar, ele não conseguiu dormir a sesta. Então, levantou-se, e foi até a beira da lagoa refrescar-se. Levava consigo uma guampa, que usava como copo. Então, a coisa mais estranha aconteceu, a lagoa toda fervia e largava um vapor sufocante e qual não é a surpresa do sacristão ao ver sair d'água a própria Teiniaguá, na forma de uma lagartixa com a cabeça de fogo, colorada como um carbúnculo. Ele, homem religioso, sabia que a Teiniaguá - os padres diziam isso!- tinha partes com o Diabo Vermelho, o Anhangá-Pitã, que tentava os homens e arrastava todos para o inferno. Mas sabia também que a Teiniaguá se transformava em mulher, uma princesa moura encantada jamais tocada por homem, de corpo rijo e formoso. Aquele pelo qual se apaixonasse seria feliz para sempre. Assim, num gesto rápido, aprisionou a Teiniagá na guampa e voltou correndo para a igreja, sem se importar com o calor. Passou o dia inteiro metido na cela, inquieto, louco que chegasse a noite. "Estava escrito: Serás o meu par ... quando quebrado o encantamento, do sangue de nós ambos, nascerá uma nova gente ... se a cruz do teu rosário não me esconjurar ..." Quando as sombras finalmente desceram sobre a aldeia, ele não se sofreu: destampou a guampa para ver a Teiniaguá. Aí, o milagre: a Teiniaguá se transformou na princesa moura, que sorriu para ele e pediu vinho, com os lábios vermelhos. Ora, vinho só o da Santa Missa. Louco de amor, ele não pensou duas vezes: roubou o vinho sagrado e assim, bebendo e amando, eles passaram a noite. No outro dia, o sacristão não prestava para nada. Mas, quando chegou escureceu, tudo se repetiu. E assim foi até que os padres finalmente desconfiaram, e numa madrugada invadiram a cela do sacristão. A princesa moura transformou-se em Teiniaguá e fugiu para as barrancas do rio Uruguai, mas o moço, embriagado pelo vinho e pelo amor, foi preso e acorrentado. Como o crime era horrível - contra Deus e a Igreja! - foi condenado a morrer no garrote vil, na praça, diante da igreja que ele tinha profanado. No dia da execução, todo o Povo se reuniu diante da igreja de São Tomé. Então, lá das barrancas do rio Uruguai a Teiniaguá sentiu que seu amado corria perigo. E com todo o poder de sua magia, começou a procurar o sacristão abrindo rombos na terra, uns vales enormes, rasgando tudo. Por um desses vales ela finalmente chegou à igreja bem na hora em que o carrasco ia golpear o sacristão. O que se viu foi um estouro muito grande, nessa hora, parecia que o mundo inteiro vinha abaixo, houve fogo, fumaça e enxofre e tudo afundou e desapareceu. E quando as coisas clarearam, a Teiniaguá tinha libertado o sacristão e voltado com ele para as barrancas do rio Uruguai. Então, eles atravessaram o rio e ficaram uns três dias em São Francisco de Borja, procurando um lugar afastado onde pudessem viver em paz. Assim, foram parar na Cerra do Jarau, no Quaraim, onde descobriram uma caverna muito funda e comprida. E lá foram morar. Essa caverna, no alto da Cerra, ficou encantada. Virou Salamanca, que quer dizer "gruta mágica", a Salamanca do Jarau. Quem tiver coragem de entrar lá, passar por sete provas e conseguir sair, fica com o corpo fechado e com sorte no amor e no dinheiro para o resto da vida. Na Salamanca do Jarau, a Teiniaguá escondida na gruta e o sacristão a guardar a entrada viverão lá por duzentos anos. Campeando uma boiada, um tropeiro chega à furna do Jarau. Sabia sobre a lenda, que sua avó, uma índia charrua, contava. Entrou na furna, encontrou um vulto branco e tristonho e o saudou em nome de Deus, o vulto lhe passou sete provas, que com "alma forte e coração sereno", venceu. Chegou até a Teiniaguá encantada. tocou-lhe a testa e a pedra preciosa. A Teiniágua se transformou na Princesa Moura e lhe ofereceu sete escolhas, as quais ele rejeitou. Ele queria mais, muito mais: " - Eu te queria a ti, porque tu és tudo." Voltou à boca da furna e lembrou que: "tendo tido oferta de muito, não lograra nada, por querer tudo." Recebeu, do vulto branco e tristonho, uma moeda de ouro, furada por um condão mágico. O tempo passava e o tropeiro cada vez mais rico e sozinho. "Churrasqueava sozinho, e sozinho mateava." Deu para cismar. Voltou ao cerro do Jarau e em nome de Deus saudou o vulto, devolvendo a moeda. "- Prefiro a pobreza dantes à riqueza, que não se acaba, é verdade, mas que parece amaldiçoada, porque nunca tem parelha e separa o dono dos outros. Fica-te com Deus." Pela 3ª vez o nome do Senhor é pronunciado e assim quebra-se o encantamento. O Jarau ficou transparente e o tropeiro viu as labaredas devorando tudo o que havia pela frente. A Teiniaguá se transformou na princesa moura e a moura em uma índia tapuia formosa. O vulto branco e tristonho, transformou-se em sacristão, e este por sua vez, num homem forte e viril. Aquele par, juntado e tangido pelo destino, foi descendo a pendente das coxilhas, até alcançar a várzea limpa, plana e verde, finalmente estavam livres para se amarem. O tropeiro, deu de rédea e devagar foi descendo a encosta do cerro, com o coração aliviado. Era pobre como dantes, porém comeria em paz o seu churrasco e em paz beberia o seu chimarrão, em paz dormiria novamente, em paz estaria a sua vida. A india tapuia e o seu amado, viverão felizes até o fim do seus dias e do seu amor nasceram os primeiros gaúchos.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Astarte a Grande mãe do ovo


A deusa Astarte, foi a mais importante das numerosas divindades fenícias e a única que permaneceu inamovível na sua rica mitologia, apesar das profundas e contínuas mudanças no culto que resultaram de diversas influências oriundas de toda a área do Mediterrâneo, recebidas por este povo de navegantes. A deusa era uma representação das forças da fecundidade e, como tal, foi adorada sob variadíssimos aspectos. Todos eles tinham de comum a imagem de uma deusa amorosa, bela, fecunda e maternal. Chamaram-lhe Kubaba-Cibeles na Síria do Norte. Esta e as restantes divindades fenícias eram adoradas em santuários, mas o seu culto não carecia de esculturas religiosas, pelo que, muitas vezes, elas faltavam nos templos. A sua sede era uma simples pedra ou pilone no centro do lugar sagrado. A proteção divina na vida doméstica era invocada em estatuetas de material tosco, inacabadas, ou em amuletos de inspiração egípcia, como por exemplo o célebre escaravelho solar das pinturas faraónicas.

Em Sidom o culto era dividido principalmente entre dois deusesEshmund e Asterate (Astarte).

Astarte era esposa do deus Tamuz que vem referenciado na biblia em

  • Nome: Asterate / Asterath / Astorate / Asterote / Astarte / Asera / Baalat.
  • Familia: Filha de Baal, Irmã gémea de Camoesh (Camos), esposa deTamuz
  • Localização Temporal: Desde o dilúvio até a 18º dinastia egipcia.

Astarte era uma das três deusas Cananéia da fecundidade. Astarte era semelhante a Anat em todos os aspectos. Ela era identificada com a estrela vespertina.

Era a mais importante deusa dos fenícios. Deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da guerra. Tinha como símbolos o leão, o cavalo, a esfinge e a pomba.



Astarté (em fenicio Ashtart) é a assimilação fenicia de uma deusa mesopotâmica que os sumérios conheciam como Inanna, os acádios como Ishtar e os israelitas Astaroth e a rainha do céu.

Rainha do Paraíso. Era costume homenageá-la oferecendo flores e ovos pintados a amigos e familiares.

No museu do Louvre (França), há uma estátua representando sua figura. Os poetas clássicos falam da fábula do ovo místico dos babilônios: "dizem que um ovo muito grande caiu do céu no rio Eufrates. Os peixes o levaram até a margem, e as pombas sentaram sobre ele e o chocaram. Assim nasceu. Assim, o ovo tornou-se um dos símbolos de Astarte (de onde vem a palavra inglesa Easter, Páscoa)"


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Bruxaria Italiana (Stregheria)




Para algumas pessoas, a Bruxaria Italiana é tida como a "Velha Religião" (Vecchia Religione, em italiano), culto neopagão italiano com origens nos velhos mistérios Egeu-Mediterrâneos. A stregheria é uma religião iniciática imposta por diversos clãs, na maioria hereditários e extremamente herméticos.
Já para outras, a Stregoneria é simplesmente a prática de bruxaria de influências italianas, desvinculada de religião, já que para Bruxaria Tradicional a mesma não é considerada uma 'Religião' per se, mas sim um Ofício, uma prática de feitiçaria independente da
religiosidade

A Stregheria contém em si várias ramificações que são chamadas de Clãs ou Tradições. Um Clã é formado por um conjunto de regras, liturgias, mitos e práticas em comum, onde os Stregoni e Streghe estão ligados entre si pela linhagem.Outros grupos ainda, não tem um nome específico porque se desenvolvem em regiões, como resultado das vilas daqueles locais, ou em famílias. Nem sempre as famílias abrem ou mesmo assumem suas práticas mágicas, religiosas ou espirituais, por isso são muito pouco conhecidas.


A Stregheria passou a ser conhecida graças ao folclorista Charles G. Leland, que no final do século XIX escreveu obras sobre o tema, entre as quais se incluem Aradia, Il Vangelo delle Streghe Italiane e Etruscan and Roman Remains in Popular Tradition. Leland conseguiu este material na Florença, onde mantinha contato com mulheres que se intitulavam Streghe (Bruxas em Italiano).A maioria dos Clãs de Stregoneria são Politeístas, tendo um Panteão cheio de Deuses, Semi-Deuses e Raças de Espíritos, todos eles criados das deidades supremas que são Diana e Dianus Lucifero. Alguns praticantes, no entanto, mantém seu culto firmado em algumas deidades, criando com elas uma espécie de aliança, não necessariamente sendo Diana e Dianus, embora, indubitavelmente eles sejam os mais cultuados.
As bases dos mistérios Stregonesci vieram principalmente de influências Etruscas. É importante lembrar, porém, que os romanos e assim, os ítalos tiveram muito contato com outros povos, dado à posição comercial e geográfica que os privilegiou em muitos momentos da história. Desta forma, desde os celtas que viveram no norte da Itália aos cultos e tradições trazidos pelos gregos que se instalaram na Magna Grécia, na Sicilia, influenciaram muito os modos, tradições e crenças das streghe, das fazedoras de magia, de curas..